Querida amiga
A vida não é só feita de perdas, eu diria a você, se você atendesse ao telefone quando eu ligo. Se você respirasse fundo e parasse de chorar um minuto. Tudo bem, eu sei que as perdas têm sido enormes, ultimamente. Sei, mais ainda, que uma nova perda faz doer as cicatrizes de todas as perdas que você já sofreu. E foram tantas.
Por que quando a gente ganha o efeito não é o mesmo? Já pensou se cada momento de felicidade despertasse em nós todas lembranças felizes que guardamos? Seria o máximo. O melhor efeito em cadeia que químico nenhum poderia explicar.
Se você atendesse ao telefone - ou no mínimo me ligasse de volta, quando eu deixo recado na sua secretária-eletrônica, eu te diria que, como sempre, eu estou por aqui. Tô com a pá na mão, seja pra te defender batendo em alguém, seja para enterrar sua tristeza. Te diria que eu concordo que a tristeza é enorme, a perda, nem se fala. Respeitaria o seu momento de silêncio. Por cinco minutos, obviamente.
Depois te daria a minha mão pra você levantar, e saíriamos em busca da solução desse mundo louco que desabou na sua cabeça. Eu sei que nem tudo pode ser solucionado. Mas muita coisa pode. E é nisso que a gente tem que pensar agora. Temos que pensar em como vamos convencer o mundo de como ele está louco e que não é justo fazer reféns em uma guerra emocional.
Então é isso. Estou respeitando seu momento. Mas você tem cinco minutos. Aproveite bem eles e depois me liga, que eu tô aqui. E vai passar um óleo de peroba na sua cara-de-pau de ler este post antes de, sequer, ligar pra mim.
Love ya.
Beijos
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Amanda de Almeida. Tecnologia do Blogger.
A FRASE
"Eu sou a favor de manter armas perigosas longe das mãos dos tolos. Vamos começar com as máquinas de escrever"
Frank Lloyd Wright
Frank Lloyd Wright
É preciso ser uma mulher para estar disposta a entender a complexa arte de ser mulher. Eu disse disposta a entender, não simplesmente entender. Ser mulher, no sentido amplo ou específico da palavra, é estar pronta para fazer de sua vida uma arte. É saber que você sempre estará sozinha, ainda que esteja acompanhada. E que você nunca está sozinha, de verdade. A vida é cheia de complexidades. Mas apenas uma mulher é capaz de tornar as complexidades de sua vida uma arte.
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A Autora
@acomplexarte
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10 observações:
Sem comentários.
Absolutamente perfeito.
Vai passar. Eu sei.
Eu sabia que você ia fazer isso. Ler o blog antes de falar comigo.
Cara-de-pau...rs
Tô levando o óleo de peroba!
Love ya.
Bjs
Tire a crase do título. Antes de se aventurar no inglês, aprenda o Português.
Apesar da falta de educação no comentário, obrigada pelo toque. Críticas construtivas são sempre bem-vindas.
Nem tinha percebido que tinha craseado o "a". Vai ver é por isso que eu não sirvo para ser jornalista... Porque, além de falta de senso de coleguismo, eu também não sei português...
Mais uma vez, obrigada.
Visitantes, para quem não entendeu o comentário acima, da Amanda, eu vou explicar.
Antes disso, entretanto, é preciso dizer que só estou aqui porque fui alertado por amigos em comum sobre um suposto mal-entendido que estava ocorrendo aqui no 'Complexa Arte'.
Corri conferir e dei de cara com o comentário acima. É a mim que a Amanda acusa de supostamente faltar-lhe com a educação.
Sabem por que sei disso? Porque dias atrás, quando recusou-se a me ajudar em uma pauta, eu disse que ela estava na profissão errada, onde o coleguismo é virtude a ser cultivada.
Foi uma reação, entendam, não uma ação. Um efeito, não a causa.
Por isso, deduzo eu, logo associou um comentário anônimo que lhe apontara um erro de português como sendo de minha lavra.
Por isso, Amanda, como eu te falei naquele dia, quando aos berros tive de ouvir seu sermãorzinho de que não iria me ajudar porque não concordava com o "tipo de jornalismo" que eu estava fazendo, não iria esconder-me no anonimato se quisesse apontar algum erro - de português, que seja - nos seus textos.
Acredite, Amanda, no "tipo de jornalismo" que eu pratico os profissionais pouco se importam se o colega sabe ou não utilizar a crase. Àqueles que têm dúvidas quanto ao uso adequado do acento, inclusive, sentem-se completamente desembaraçados para pedir uma orientação ao colega do lado. Tudo com muita cordialidade.
Beijo,
Evaldo Novelini
E, como você pôde perceber, também acabei de cometer um equívoco no uso do maldito acento na mensagem anterior.
Sem ressentimentos,
Evaldo
Credo gente!!!Vamu para com isso!
Um texto tão bonito, com uma mensagem tão bonita e vcs discutindo por causa de uma crase?
Bom, essa vai para o anônimo que fez o comentário infeliz...
Espero que você consiga ver o verdadeiro conteúdo das coisas, em vez de só ver os erros(minusculos, por sinal).Leia o texto inteiro, e se conseguir entende o texto(se não for demais pra vc..).Depois disso vc verá que uma crase fora do lugar não é sinônimo de burrice, e que isso não faz diferença nenhuma...
Gosto muito deste blog.
abraço
Anônimo 2
Pôxa, Evaldo. Mil perdões, então. O Sitemeter deve estar com problemas, ou temos outros leitores na UMC. Afinal, o site apontou que o comentário foi feito na Organização Mogiana de Educação e Cultura.
Independente de ter sido você ou não, agradeço a você e ao anônimo. No mais, deixemos discussões profissionais dentro da redação.
Obrigada a todos
Amanda
Acabaram com a beleza do texto que era pra mim.
Malditas discussões.
Poxa, Juba. Me desculpe. Da próxima vez, mando o texto no seu e-mail.
Beijos
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