quinta-feira, 5 de maio de 2011 | By: Mandi

Eu e meu gato

O gato da foto é o meu namorado. Não, não o bichano de quatro patas, mas o moço que está segurando o gatinho.

A história deste post começa por conta de uma foto. Não essa foto aqui do lado, mas a foto do perfil do meu namorado em uma rede social. Foto que, como essa daqui, fui eu que tirei. E, modéstia à parte, ele saiu lindão.

Modéstia porque eu consegui capturar a essência dele, todas as coisas boas que este cara carrega dentro de si - e olha que não são poucas. Com um plus: o olhar apaixonado dele (que parece que é para quem está olhando a foto, mas não é, era para mim!!! rs). Sem contar que os olhos dele estão abertos, coisa rara de se conseguir. É preciso uma técnica especial...

Depois de quase 20 elogios sobre como ele estava lindo na foto e suspirinhos irritantes, cansei e resolvi botar a boca no mundo.

É dura essa vida de namorada de homem público... A mulherada precisava se tocar que ele é um homem público, não homem DO público. 


Foi o suficiente para surgirem inúmeros comentários e acusações de ciúmes. Então, chegou o momento de eu contar a minha versão da história.


Nossa história começou com um empurrãozinho de um casal de amigos. A gente meio que já se conhecia e se falava pelo MSN, mas nada concreto. Era um papo muito legal e tal, mas eu não fazia ideia de qual era a dele. Por quê? Porque ele é um cara muito atencioso, não só comigo, mas com TODO MUNDO, de crianças a idosos, de conhecidos a desconhecidos. E, quando alguém é atencioso com você, fica fácil confundir quais são as suas reais intenções. 


Foi por isso que eu levei tudo muito de boa, sem me empolgar muito. Porque não tinha como ter certeza alguma do que estava rolando. Cá entre nós, todo mundo passa por isso. Aquele frio na barriga, saber o que vai acontecer no minuto seguinte... Bem, levou muito mais que minutos, mas dias - acho que até semanas - para eu descobrir o que estava acontecendo de verdade.


Meu namorado é um cara conhecido. É professor universitário, publicitário, está sempre cercado de gente. Muita gente. E ele é sociável. Muito sociável. Daí que nem todo mundo (a mulherada) entende que ele é legal, e não que ele está dando mole. 


Tem muita mulher que passa por isso, acredito eu. 


Isso porque, hoje em dia, a mulherada não se dá ao respeito. Não estou querendo ser moralista, mas falta um pouco de desconfiômetro. Eu confio no homem que escolhi para estar ao meu lado. Só não vou fingir que o desenfreado assédio feminino não me irrita, porque irrita. Eu não tenho sangue de barata. O mais curioso é que as outras ainda não sacaram que não têm chances. E, quanto a isso, eu não poderia estar mais segura.

Uma amiga sugeriu que, quando eu escrevesse este post, fizesse uma espécie de manual explicando como é ser namorada do meu namorado, como ele foi conquistado. Na verdade, não há segredo, só uma boa dose de autenticidade: eu sou mais eu. E, ao que me parece, ele também é.

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