Jujuba sempre me pergunta isso e, até hoje, não encontrei resposta.
Aliás, eu ando me questionando sobre isso ultimamente.
Então, leitor, leitora... se você tiver a resposta, deixe eu seu devaneio.
Obrigada,
Mandi
Afinal, qual é o critério da justiça divina?
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Amanda de Almeida. Tecnologia do Blogger.
A FRASE
"Eu sou a favor de manter armas perigosas longe das mãos dos tolos. Vamos começar com as máquinas de escrever"
Frank Lloyd Wright
Frank Lloyd Wright
É preciso ser uma mulher para estar disposta a entender a complexa arte de ser mulher. Eu disse disposta a entender, não simplesmente entender. Ser mulher, no sentido amplo ou específico da palavra, é estar pronta para fazer de sua vida uma arte. É saber que você sempre estará sozinha, ainda que esteja acompanhada. E que você nunca está sozinha, de verdade. A vida é cheia de complexidades. Mas apenas uma mulher é capaz de tornar as complexidades de sua vida uma arte.
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5 observações:
Eu, obviamente, não tenho a resposta. Mas ultimamente tenho indícios de que a justiça divina dá chance aos fracos para que eles se tornem menos medíocres.
Sei lá, vai ver que a prioridade da justiça divina são os idiotas.
E graças a deus, eu ainda não fui abençoada por ela...
pra mim, justiça divina não existe. talvez, uma injustiça divina...
Justi�a divina, justi�a divina.
Minha irm� da noite para o dia, enlouqueceu. Tinha 19 anos, cabelos pretos e lisos que toda mulher aos 19 quer ter, amigos e um sorriso lindo de viver. At� hoje pergunto o que deu nela ou nele, o Divino, para isso acontecer. Ela morreu feito passarinho, dormindo, aos 53. N�o tinha nenhuma amiga. foi foda.
Tinha um muro no pr�dio aqui do lado do jornal, quando o im�vel ainda era da Diocese, da Igreja Cat�lica. Uma obra estava acontecendo l� dentro e foi colocada areia molhada ao lado muro. Era o dia do meu anivers�rio, bolo, sorrisos, um gostinho de vida no meu dia, festa � noite para acontecer. Uma menina de 12 anos, ao lado do pai, estava passando na cal�ada, aqui da Ricardo Vilela, o muro estourou, por conta da areia molhada, e ela morreu na hora.
N�o esque�o o desespero que foi aquele dia. Nem da m�e da garota, dizendo no jornal, que foi uma fatalidade.
O que � a vida sen�o uma fatalidade? tenho medo de mim quando penso nisto. d� uma impress�o de que estamos por aqui por puro acaso. o mesmo acaso que faz �tomo juntar com �tomo e surgir tudo isso � nossa volta.
Socorro, tem uma pergunta mais f�cil?
eis a resposta: "o critério é ser sem critério".
Mas que ela existe, ela existe.
Mesmo que tardia.
Só espero que não falhe...rs
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